SETE CARACTERISTICAS DE UM BOM DISCIPULADOR
SETE CARACTERÍSTICAS DE UM BOM DISCIPULADOR!
- 1. Seja um bom ouvinte.
ü Ouça com interesse.
O objetivo é ouvir para compreender. Quando voe estiver discipulando uma pessoa não tenha pressa de falar. Muitas vezes o fato de estar com a pessoa e ouvi-la é suficiente.
ü Ouça com aceitação.
Ex. Como Jesus tratou com a mulher adultera.
ü Nunca faça fofocas sobre o que ouvir.
Mantenha estrito segredo do que foi falado.
ü Ouça a pessoa na sua totalidade e não somente em palavras.
- 2. Seja um intercessor.
ü Interceda com ações de graças.
Faça da oração pela pessoa uma prioridade cheva da sua mentoria.
Paulo orava agradecendo a Deus pela pessoa.
Desenvolva o habito de agradecer.
ü Ouça a Deus enquanto você intercede.
ü Mantenha um registro das necessidades da pessoa.
ü Ore com a pessoa.
- 3. Seja um modelo.
Grande parte do que aprendemos na vida é captado e não ensinado.
A forma bíblica de desenvolver pessoas é através de exemplos.
Ninguém escolhe ser modelo. Ninguém pode evitar ser modelo. Para ser modelo é preciso ser honesto com as pessoas.
Todo modelo tem um modelo. Entenda que os melhores modelos ainda estão em fase de crescimento.
Você não precisa ser perfeito para ser um modelo.
Seja um marcador de ritmo.
Moisés e Josué, Elias e Eliseu, Jesus, Paulo...
- 4. Seja um guia.
Ex. Guia turístico.
- 5. Seja um ajudante na jornada espiritual.
Você nunca poderá ajudar uma pessoa a crescer alem da sua própria vida. Voce nunca poderá levar alguém onde você mesmo nunca esteve, por isso você mesmo deve continuar crescendo e ajudando outra pessoa a crescer.
- 6. Seja um treinador.
Treinar esta ligado a técnicas.
Algumas áreas em que as pessoas precisam ser treinadas:
Como marido/esposa
Como pai/mãe
Como fazer devocional
Como administra bem o tempo
Como memorizar versículos
Como se comunicar de maneira eficaz
Como construir bons relacionamentos
Como se tornar uma pessoa disciplinada.
Como usar sabiamente seu dinheiro.
Como escrever e dar seu testemunho.
Como compartilhar o evangelho com outros
Como liderar uma célula.
- 7. Seja um intermediário
Leve seus discípulos a conhecer outros mestres.
O poder da determinação!
Multiplicando meus frutos por mil!
Texto:Isaías 24:24 – Marcos 5:25
Jurou o Senhor dos exércitos dizendo: Como pensei assim sucederá, e como determinei assim se efetuará.
Determinação é uma certeza, uma força, uma energia, intima de direcionamento.
Determinação é a firmeza que uma pessoa tem em si mesma quando luta por algum ideal, mesmo correndo risco de errar.
É uma força que existe dentro de cada um, que precisa ser colocada para fora, para enfrentar os desafios da vida de uma maneira mais positiva e obter mais sucesso.
Ser determinado é ter metas claras e definidas e crer que ira alcançá-las.
A pessoa determinada tem um objetivo uma força inquebrantável para atingir seus objetivos.
A pessoa determinada parece ter uma energia que não acaba nunca.
Esperança não e determinação, pois e uma vontade fraca que apenas espera, mas não age para alcançar.
Quem não tem metas não pode ser determinado porque a força da determinação vem pelo fato de ter algo para conquistar.
Para ser determinado precisa ter metas claras capazes de ser explicadas com simplicidade.
Naamã: sucesso de público e fracasso pessoal!
II Reis 5.1-19
“Ora, Naamã, chefe do exército do rei da Síria, era um grande homem diante do seu senhor, e de muito respeito, porque por ele o Senhor dera livramento aos sírios; era homem valente, porém leproso”.
Naamã era um homem bem sucedido (era o chefe do exército do rei da Síria).
Naamã era um homem que tinha seu talento reconhecido pelo próprio rei.
Naamã era amado por seus soldados.
Naamã gozava de muito conceito e respeito por todos do seu país.
Naamã era um homem abençoado por Deus (por meio dele, Deus dera livramento aos sírios).
Naamã tinha uma esposa que o amava e se preocupava com ele.
Naamã era valente.
Naamã era feliz? Não! Naamã era um homem quase feliz.
Ele até que poderia ser muito feliz, mas havia um “porém”: Naamã era leproso.
O Segredo do maior administrador do mundo
Texto: Genesis 40:17-24
Introdução:
José significa Deus acrescenta!
Faraó agradou-se de Jose e achou seu conselho agradável.
Faraó se agradou da sabedoria de José a respeito de administração, pois se tivesse gostado apenas da sua capacidade de desvendar sonhos, teria empregado-o como um de seus adivinhadores.
Faraó reconheceu que havia em José o Espírito de Deus, ou o espírito de um deus, enfim algo sobrenatural que o fazia tão sábio na arte de administração.
Será que as pessoas reconhecem o Espírito de Deus naquilo que fazemos de melhor?
Trecho do livro TINHA QUE SER VOCÊ
O Jorge saiu para buscar a esposa, as missionárias estavam se preparando para descer. Pedi licença para ir ao meu quarto trocar o terno por uma roupa mais folgada. – Não demore, porque o almoço será servido logo. Advertiu ele.
- Sim capitão. – Respondi fazendo continência.
Pouco tempo depois desci; a Claudia e a Cristina também. A Claudia estava sentada a mesa conversando com o pastor Zé Maria e a Cristina ajudava a irmã Elda a por a comida na mesa enquanto o Jorge chegava com a esposa.
- Então, como está à pastora Belquiz? – Perguntou o pastor Zé Maria para a Claudia.
- Está bem. Mandou um grande abraço para o senhor. Espera um dia também visitá-lo aqui em Portugal. - Respondeu num misto de alegria e timidez. Eu não tirava os olhos dela. Apesar de algumas olheiras, estava mais linda ainda.
- Cá estamos. Teremos o maior prazer em recebê-la. -Respondeu o pastor Zé Maria num estilo bem português.
- Vai morar em Portugal? – Perguntei a Claudia.
- Não. Eu estou a caminho da Itália para conhecer alguns parentes que moram lá. Como o pastor Zé Maria passou por nossa igreja em Bauru e travamos uma boa amizade, resolvi fazer uma escala em Portugal com dois objetivos. – Enquanto ela falava me acomodei do outro lado da mesa para poder vê-la de frente. - O primeiro era acompanhar a Cristina que pertence a nossa igreja e pretende trabalhar em Portugal e o segundo motivo era realmente conhecer esta terra encantadora.
-Trabalhar secularmente ou na evangelização? – Perguntei a Cristina.
- Primeiramente penso em arrumar um emprego e depois filiar-me a uma igreja local para poder ser útil de alguma maneira. – Respondeu a própria Cristina entrando na copa com uma tigela quente nas mãos.
- Durante a semana vamos até a igreja do pastor Getúlio na cidade da Maia, aqui perto, é um pastor brasileiro que cá está e ele poderá ajudá-la. – Disse o pastor Zé Maria. Nesse momento apareceu um sorriso nos lábios da Cristina.
O Jorge se acomodou a mesa ao lado da esposa. A Cristina depois de terminar seu trabalho, sentou-se ao lado da Claudia e a irmã Elda veio sentar-se ao lado do marido.
- Antes de começarmos vamos orar. Propôs nosso anfitrião estendendo as mãos. Demos as mãos e ele orou: - Senhor, obrigado por ter trazido nossas irmãs em paz e segurança desde o Brasil, obrigado pela vida do pastor Cristiano. Abençoe sua família no Brasil. Obrigado pela vida do Jorge e da Maria e também de minha esposa Elda. Obrigado por nos conceder uma mesa farta. Em nome de Jesus. – Todos responderam: - Amém.
O almoço transcorreu animado. A comida estava deliciosa. O assunto girou em torno do Brasil.
A Claudia conversava animadamente como se estivesse em casa. Estava muito feliz e aparentava não ter nenhuma preocupação. Eu a bombardeava com muitas perguntas, só para poder ouvir sua voz e arrancar mais e mais sorrisos daquela garota pela qual sentia algo que ainda não conseguia descrever.
Depois do almoço veio à sobremesa, um delicioso pastel de Belém, em seguida o cafezinho.
Mais tarde convidei a Claudia para descermos até a beira da praia para respirar um pouco de ar puro.
- Que vista maravilhosa! – Exclamou ela, levantando as mãos olhando para o horizonte e respirando uma lufada de ar fresco.
- Linda vista... Este é o rio Douro que por acaso vem desaguar no Oceano Atlântico bem aqui na cidade do Porto. Expliquei.
- Sim Douro... – Continuou ela. – Significa de ouro, porque uma das versões populares para este nome diz que nas encostas escarpadas, um rio banhava as margens secas e inóspitas. Nele rolavam, noutros tempos, brilhantes pedrinhas que se descobriu serem de ouro, daí o nome dado a este rio: Douro ou de ouro...
-Uau!!!! –Exclamei surpreso. -Onde você aprendeu tudo isso?
Soltou uma gargalhada diante do meu espanto e continuou com a narrativa.
- O Douro nasce na Espanha, nos picos da Serra de Urbião a 2.080 de atitude e atravessa o norte de Portugal. A foz do Douro é aqui junto às cidades do Porto e Vila Nova de Gaia onde estamos, tem 927 quilômetros de cumprimento e é o rio, mas extenso da Península Ibérica.
- Meu Deus, quem é você? É historiadora, geógrafa ou o que? –Perguntei espantado.
- Sou apaixonada por arqueologia e história, mas me formei em direito. –Respondeu rindo.
- Me fale da sua paixão por arqueologia? – Pedi curioso.
- Eu sempre fui uma ávida leitora. Desde criança troquei qualquer tipo de brincadeira por um bom livro, não importando se fossem romances adocicados ou compêndios de história. Vi que seus olhos brilhavam. – No entanto o que me encantava mesmo era ler sobre história do Egito...
- Você quer dizer, aqueles negócios sobre múmias, pirâmides, faraós? – Perguntei fingindo desconhecer o assunto.
- É muito mais do que múmias e pirâmides. É história meu amigo, história. E isso me encanta. -Meu grande sonho é visitar o Egito.
- Apaixonada por arqueologia e formou-se em direito! Disse demonstrando surpresa.
- Cursei Direito mais por influência do meu pai que é advogado. Ele trabalha na CESP de Bauru. Eu também trabalho nessa empresa. Porém não sei se é isso que eu quero. –Disse ela tornando-se pensativa por um instante.
- Uai! Você fez o curso, contudo não tem certeza se quer seguir a carreira? – Exclamei com sotaque mineiro.
- É mais ou menos isso. Tudo mudou a cerca de dois anos quando me converti. Meus valores mudaram, entende?
- Acho que entendo... – Respondi lembrando-me da minha própria história. Eu era um bancário com uma carreira promissora, quando senti o chamado para o ministério. De repente meus sonhos se tornaram outros e pedi demissão do banco e tornei-me um pregador do Evangelho. Ninguém no banco entendeu.
- Como foi sua conversão? – Perguntei interessado.
- Ah... Não foi nada excitante...
- Como assim?
- Quero dizer... Muitas pessoas têm um testemunho excitante. Tinham uma vida desregrada, eram viciados, violentos, ou desenganados pela medicina. No meu caso foi diferente. – Disse ela expressando certa timidez. – Eu tinha uma amiga na faculdade que começou a frequentar um grupo que se reunia em casa para estudar a Bíblia. Ela me convidou para ir e eu fui. Lá fui convidada para ir até a Comunidade Cristo é Vida da Belquis, chegando lá, me senti em casa. A Belquiz é muito legal e quando fizeram o apelo para aceitar Jesus como Senhor e Salvador da sua vida, eu aceitei. Entendeu? Foi simples assim.
- Acho uma história excitante! – Exclamei tentando dar emoção a sua conversão.
- Mentiroso! – Respondeu rindo.
