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18jun/150

Nenhuma unha ficará

NEM UMA UNHA FICARÁ!

Texto: Exodo 5: 1

Introdução:

Um dos livros da Bíblia que mais faz menção a batalha espiritual é o livro do Êxodo, coincidentemente é o livro que narra a libertação do povo de Deus do domínio do farao  – símbolo do diabo – do Egito, símbolo do mundo.

O povo estava cativo ha 430 anos e faraó tentou impedi-los de sair, usando de 4 estratégias sedutoras para mantê-los presos no seu cabresto e dentro da sua jaula.

Notem que a metodologia usada por Faraó é a mesma que o Diabo usa hoje, a fim de manter o povo de Deus longe das bênçãos de Deus e da comunhão com Deus.

Vejamos quais são:

1ª Estratégia:

Conduzir o povo de Deus a um ativismo exagerado de maneira que não tinham mais tempo para Deus.

Faraó não liberou o povo para servir a Deus no deserto, ou seja, estar mais disponível para Deus, mas colocou sobre eles uma carga excessiva de trabalho

E modo que não lhes sobrasse tempo nem para pensar em Deus de tão cansados e ocupados que estavam.

É a mesma estratégia do encardido hoje: Ele diz: - Vou colocar tanto trabalho na tua vida, vou te distrair tanto, que você não terá tempo nem para pensar em adorar a Deus. Vocês terão tantos afazeres, trabalhos e compromissos que não terão mais tempo de pensar em Deus.

É quando a pessoa diz que não tem mais tempo para orar, ler a Bíblia, frequentar o culto de celebração, Tadel, célula, ser discipulada, ir ao encontro com Deus.

No entanto é curioso que a mesma pessoa que fala tudo isso, tem tempo para passeio no shopping, acessar facebbok, passeio no clube, chaçara, piscina. Consegue assistir ao jogo do time do coração, ler e-mails fúteis que lhe enviam. Não tem tempo para se conectar com Deus mas tem tempo para se conectar o dia inteiro na infernet.

É preocupante o excesso de compromissos sociais dos cristão. Qualquer coisa é motivo bastante para sacrificar uma vinda ao culto. Coisas como um jogo que será exibido no horário do culto, uma corrida de formula 1, um capitulo da novela que promete ser revelador, uma festa de aniversário que coincide com o horário do culto.

Há um tipo  de cristãos que acostumaram a frequentar os cultos quando as coisas estão bem feias, quando as coisas melhoram, estão com saúde, dinheiro no bolso, trabalho, namora vai bem, tiram férias da casa de Deus.

A pergunta é: Será preciso Deus de alguma maneira, porque ama tanto os seus filhos, parar você a fim de que você tenha tempo para ele, a igreja e sua palavra?

Como Deus pode me parar? Através de uma enfermidade, acidente, morte de uma pessoa querida, perda de um emprego, falta de condições de se manter na faculdade, pois depois que entrou para a faculdade você sumiu da igreja.

Quando estas coisas que não são erradas, mas colocadas acima de Deus, nos são tiradas passamos a ter mais tempo para Deus e para a igreja.

Neste caso Moisés e o povo estavam decididos a servir a Deus, não apenas dando-lhe a sobra, o resto do tempo, põe na mesa de negociação uma nova proposta.

2ª Estratégia:

Sirva a Deus no Egito mesmo.

O Egito é símbolo do mundo, e a proposta do Diabo é a seguinte: -Querem servir a Deus? Tudo bem! Mas não saiam do mundo”. Essa proposta do Diabo nos vem da seguinte forma: -Você quer servir a Deus? Tudo bem! Quer ser crente? Tudo bem! Quer ser batizado? Tudo bem! Mas você não precisa mudar de vida.

Se o seu namoro era sujo, em que se podia de tudo, continue do mesmo jeito. Se você traía a sua mulher, traindo. Se você mentia e fazia trambiques nos seus negócios, continue a fazer, senão, você não prospera. Se era desonesto, continue a ser, não misture negócios com religião.

Para o Diabo não há muito problema que você sirva a Deus, venha para igreja, participe da liderança da igreja, contanto que você se mantenha prisioneiro do pecado; no mundo. Pois um crente mundano não lhe oferece a menor preocupação.

Infelizmente, há crentes que no culto de Domingo rodopiam, fazem “aviãozinho”, falam línguas estranhas, profetizam, mas na segunda-feira levam uma vida mundana e imoral; onde mentem, transam com a namorada, adulteram, fazem negócios ilícitos e fofocam pela INFERNET.

Lamentavelmente, há muitos crentes na vida dos quais não se vê diferença em comparação com a vida dos mundanos. Os crentes usam a mesma linguagem  indecente e imoral, típica dos mundanos. Os crentes contam as mesmas piadas imorais dos mundanos. Os crentes leem as mesmas revistas e assistem aos mesmos filmes pornográficos como os mundanos – sob a alegação de que é para se aprender novas poses para o ato sexual, e apimentar a relação sexual do casal.

Há crentes que assistem às mesmas novelas blasfemas e imorais dos mundanos. Há crentes que também dão IBOPE ao imoral e indecente BBB o qual quer legitimar o homossexualismo.

Há crentes que em suas festas de casamento e de aniversário servem as mesmas bebidas alcoólicas e escutam as mesmas músicas diabólicas que os mundanos.

Há mulheres crentes que se vestem tão indecentemente como as mundanas.

Os namoros de alguns jovens crentes são tão imorais quanto os namoros dos jovens do mundo.

As moças crentes também são tão “atiradinhas” quanto as do mundo.

O mundo está invadindo a igreja e nós estamos achando tudo muito normal. Os jovens crentes acham normal namorar a quem não é crente. Acham normal “ficar”, “pegar”. Entretanto, jovem crente não é “ficante”; é “casante”. Não é “pegador”; é “casador”.

Há crentes que querem servir a Deus, mas não estão dispostos a renunciar o mundo. Muitos deles trocam a alegria da salvação por alguns poucos minutos de prazer pecaminoso, como Sansão. Sansão era um nazireu. Como tal, não podia tocar em nada imundo, beber vinho nem cortar cabelo. Eram esses os seus votos de consagração ao Senhor. Mas pouco a pouco, Sansão foi afrouxando o seu compromisso com Deus e foi caminhando na direção do abismo e da tragédia. Ele quebrou o seu primeiro voto de consagração ao procurar mel na caveira de um leão morto, ou seja, ele procurou doçura no que estava podre.

Há muitos crentes assim, procurando doçura e prazer na podridão do pecado; mas o que vão encontrar, ao final, é morte, vergonha, dor e humilhação. Há muitos jovens dizendo que o lugar de curtir a vida é na boate, na “night”, na balada. Há muito jovem crente namorando em motel. Mas o lugar do jovem curtir a vida é na presença de Deus, pois, como diz o Salmo 16.11, é na presença do Senhor que há abundancia de alegria.

Sansão quebrou o seu segundo voto de consagração ao dar um banquete de sete dias regado a muito vinho. E a bíblia faz questão de registrar o porquê de ele ter feito esse banquete regado a muito vinho. É que ele não queria ser diferente dos demais jovens da época. Isso era costume dos jovens da época. Ou seja, Sansão não teve coragem para ser diferente. Ele quis ser como a galera sem compromisso com Deus. Ele não teve coragem para dizer: “Eu não faço isso, pois eu sou um nazireu de Deus. Eu sou uma pessoa consagrada a Deus e comprometida com Deus. Eu sou de Deus”.

O crente tem que ter coragem de se posicionar e ser diferente. Uma moça crente tem que ter coragem de dizer para o namorado galalau: “Eu não vou para o motel com você, pois o meu corpo é templo do Espírito Santo, e nele você não vai tocar. Perco você, mas não perco a comunhão com o meu Deus”.

Um moço crente tem que ter coragem para dizer: “Eu vou me casar virgem, porque Deus quer que eu o honre, e eu sei que, se eu o honrar, Ele vai me honrar”.

Um empresário crente tem que ter coragem para dizer: “Eu não dou propina para fiscal. Eu não suborno. Eu não participo de esquemas. Eu não me corrompo nem tampouco sou corruptor”. Um homem casado, embora esteja a 10 mil Km de distância da esposa, tem que ser fiel à sua esposa. Porque ele tem compromisso com ela e, sobretudo, com o Deus a quem ele serve.

Um crente, quando vai dar uma festa tem que procurar ser diferente, e não fazer festa regada a vinho, cerveja e cachaça. Ele vai ser pressionado. Vão dizer-lhe: “Mas o doutor Fulano aqui virá, e você sabe que ele gosta de um bom uísque e de uma cervejinha estupidamente gelada. E você sabe que agradá-lo com alguns mimos será muito importante para os negócios”. Ora, meu amigo, se o doutor Fulano de Tal, se o seu gerente, se o seu chefe forem à sua festa que tomem guaraná ou água gelada. Para agradar a homens não desagrade o seu Deus.

Se o doutor Fulano de Tal, se o chefe ou gerente quiserem ir embora da festa, pois não tem bebida alcoólica, que vão. Porque quem não pode ir embora da sua festa é Jesus. Festa de crente não tem bebida alcoólica não é porque o Pastor proíbe. É porque nós temos o Espírito santo em nós, o qual nos enche de poder e nos deixa embriagados da unção de Deus.

Que ajamos como Moisés, que diante da proposta de Faraó, respondeu com um sonoro “não”, como está escrito em Êxodo 8.26.

Entretanto, o Diabo é um tentador teimoso e persistente. Ele não desiste facilmente. Ele faz uma contraposta. Vejamo-la em Êxodo 8.28: “Então disse Faraó: Eu vos deixarei ir, para que ofereçais sacrifícios ao Senhor vosso Deus no deserto; somente não ireis muito longe; e orai por mim”.

Essa contraposta de Faraó, ou seja, do Diabo, é a seguinte: “Vocês querem servir a Deus, saindo do Egito-mundo, mas não se distanciem muito. De vez em quando, deem um pulo aqui no Egito-mundo. Façam turismo aqui. Sejam nossos vizinhos. Dê umas chegadas aqui de vez em quando. Afinal, aqui no Egito têm uns carnavais maravilhosos, com muito beijo na boca, bebida alcoólica, mulheres de corpos esculturais e rapazes sarados”.

“Aqui, no Egito-mundo, também tem umas festas que são pura diversão. Aqui também se apresentam uns cantores da moda que fazem uns shows sensacionais. E você pode tranquilamente vir aqui, afinal o seu pastor nunca desconfiará que você dá uns pulos para esse lado”.

O Diabo de tudo fará para mantê-lo perto do mundo, mostrando-lhe todos os brilhos multicoloridos do mundo. Ele vai encher os seus olhos com as atrações mais encantadoras e sedutoras do mundo. A única coisa que ele, propositadamente, não lhe mostrará é que o salário do pecado é a morte.

A essa proposta de Faraó, Moisés responde com outro sonoro “não”. Mas Faraó não se dá por vencido, ele tem uma terceira estratégia; vejamo-la:

3ª Estratégia:

Sirva a Deus vocês que são adultos

As crianças e seus jovens fiquem no Egito-mundo. Notem o que Moisés disse a Faraó em Êxodo 10.9: “Respondeu-lhe Moisés: Havemos de ir com os nossos jovens e com os nossos velhos; com os nossos filhos e com as nossas filhas, com os nossos rebanhos e com o nosso gado havemos de ir; porque temos de celebrar uma festa ao Senhor”. Porém, a proposta sutil do Faraó foi essa que está em Êxodo 10.11: “Não será assim; agora, ide vós, os homens, e servi ao Senhor...”. A proposta dele era: “Vocês adultos podem ir, mas os seus filhos e os seus jovens aqui ficarão. Pois o lugar de moço curtir a vida é no Egito – é no mundo. O lugar dessa meninada crescer é no Egito. Aqui há muitos prazeres e diversões. Portanto, aqui que é lugar deles ficarem”. Essa estratégia do Diabo é um golpe mortal nas famílias.

O que o Diabo quer é arrebentar com as famílias. Ele quer dividir a família; gerando nela divisão, contenda e conflito. A coisa que mais perturba o Diabo é ver a família unida servindo e cultuando a Deus.

Para que nossos filhos não fiquem a mercê dessa estratégia de Satanás não nos basta trazê-los para igreja e não basta que eles apenas cresçam na igreja. A bíblia nos fala de um grande homem de Deus que fracassou no mais importante ministério: O ministério da paternidade. Os filhos de Eli, que se chamavam Hofni e Fineias, tinham um pai crente, bastante respeitado pela sua espiritualidade. Eles nasceram numa família sacerdotal. Notem, porém, o que a bíblia vai dizer sobre eles em 1º Samuel 2.12: “Eram, porém, os filhos de Eli filhos de Belial e não se importavam com o SENHOR”. Eles eram incrédulos, rebeldes, blasfemos e filhos de Belial (é o que a bíblia diz que eles eram).

Filhos de Belial significa filhos do Diabo. Eles eram sacerdotes, mas não se importavam com Deus. Conviviam com o sagrado, mas não tinham respeito com Deus, nem com a Lei de Deus, nem com o povo de Deus. Eles cresceram na igreja, mas não no conhecimento do Senhor. Eles cresceram na igreja e ouviram sermões muito mais do que qualquer filho nosso. Isso me preocupa, e leva-me a questionar: Nossos filhos apenas têm crescido na igreja ou crescido também no conhecimento do Senhor? Nossos filhos têm crescido na intimidade com o Senhor ou apenas têm crescido, com o passar dos anos, fazendo bagunça pelos corredores e banheiros da igreja?

Se não procurarmos responder a essas perguntas pode-se dar o caso de que os nossos filhos repitam o malfadado exemplo dos filhos de Eli. Crescendo na igreja, mas levando uma vida cínica, irreverente, desobediente e afastada de Deus.

Talvez, meu irmão, seus filhos não estão na presença do Senhor como você. Estão desviados do Evangelho, no mundo, no pecado, nas drogas, no sexo ilícito, no homossexualismo, no tráfico, na idolatria, no espiritismo. Mas você não pode abrir mão da salvação dos seus filhos. Você não gerou filhos para povoar o inferno. Você gerou filhos para povoar o céu. O lugar dos seus filhos não é no mundo; é na presença de Deus, no altar de Deus, servindo o Deus vivo e poderoso.

A maioria dos pais está mais interessada no sucesso dos filhos do que na salvação dos filhos. Por isso, fazem planos e investimentos para o futuro dos filhos, mas não investem na salvação dos filhos. Sonham em ver seus filhos doutores, mas não sonham com a mesma intensidade em vê-los salvos. Fazem poupança para pagar a faculdade para os filhos, mas não compram nem uma bíblia para os filhos. Levam os filhos à porta dos cursinhos pré-vestibulares, mas não levam os filhos à igreja. Procuram saber como estão as notas dos filhos, mas não procuram saber se os filhos têm orado, se têm lido a bíblia e se têm tido intimidade com Deus. Isso são demonstrações de que estão mais interessados no sucesso dos filhos do que na salvação dos filhos. Caros pais, interessem-se pelo sucesso dos seus filhos, queiram vê-los formados na faculdade, bem empregados e bem casados, mas queiram, sobretudo, vê-los salvos. Pois de que adianta ao homem ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma?

A essa proposta de Faraó, Moisés também responde com um sonoro “não”. Então, Faraó partiu para sua ultima cartada; que é a próxima estratégia dele:

4ª Estratégia:

Sirva a Deus, mas o seu dinheiro e bens materiais ficam comigo.

Leiamos Êxodo 10.24: “Então, Faraó chamou a Moisés e lhe disse: Ide, servi ao SENHOR. Fiquem somente os vossos rebanhos e o vosso gado; as vossas crianças irão também convosco”. Em outras palavras: “Vocês servem a Deus, mas o dinheiro de vocês fica no Egito”. Esse é um sutil laço do Diabo que tem servido para apanhar a muitos crentes. Eles dizem servir a Deus, tendo deixado o mundo e o pecado, mas o dinheiro deles não está a serviço de Deus. Há crentes que converteram o coração, mas não converteram o bolso. Mas, meu irmão, se Jesus não é Senhor do seu bolso, Ele ainda não é o Senhor do seu coração. Se o seu dinheiro não serve a Deus, você não está a serviço de Deus.

Por isso é inconcebível que você se diga servo de Deus e, todavia, você não entrega o dízimo. Diz a bíblia que o dízimo não é nosso. Ele é de Deus. Retê-lo é roubo. Sonegá-lo é infidelidade. Deixar de entregar o dízimo é assaltar a Casa de Deus. E quem isso faz se coloca debaixo de maldição.

Irmãos, como é contraditório! Os crentes recusam-se a devolver o dízimo, 10% do salário; todavia, políticos do PT dão para o PT, mensalmente 30% dos seus salários. Assim como também é contraditório que nós, antes tão liberais para as coisas do Egito-mundo, agora sejamos tão sovinas para as coisas de Deus.

Pessoas há que, antes, quando estavam no Egito, pagavam R$ 50,00 para assistirem a um show da Ivete Sangalo ou de uma dupla sertaneja – e achavam pouco; agora, na igreja, no momento do ofertório acham muito dar R$ 50,00 de oferta. Alguns que hoje são crentes, quando estavam no Egito-mundo, sem dificuldades davam R$30,00 num Cd do Luan Santana; agora, na igreja, acham um absurdo dar os mesmos R$ 30,00 de oferta. Quando estavam no Egito-mundo pagavam R$ 500,00 numa excursão de Carnaval para Porto Seguro, onde mergulhariam no pecado. Hoje, na igreja, acham um absurdo pagar R$ 50,00 para o Acampamento de Carnaval da Mocidade.

À proposta de Faraó, Moisés responde de maneira fantástica, como está escrito em Êxodo 10.26: “E também os nossos rebanhos irão conosco, nem uma unha ficará; porque deles havemos de tomar, para servir ao SENHOR, nosso Deus...”. Que ajamos como Moisés: nem uma unha que é nossa fique nas mãos do Diabo. Tudo que temos e tudo que somos é de Deus, pertence a Deus e deve ser colocado a serviço de Deus. Logo, se porventura tem algo seu que está nas mãos do Diabo, tome de volta. Não deixe nada nas mãos do Diabo. Nem uma unha sequer. Tome de volta tudo que Deus lhe deu.

18jun/150

Conhecendo a profundidade da sua fé

CONHECENDO A PROFUNDIDADE DA SUA FÉ.

Texto: Ezequiel 47

Introdução: Vamos fazer o teste das águas para descobrir a profundidade da nossa fé. O profeta Ezequiel teve uma visão na qual Deus o fez passar pelas águas. Esta visão tem a capacidade de revelar os níveis de nossa fé, de nosso crescimento espiritual e do nosso comprometimento com a causa do Evangelho.

É importante sabermos que nível estamos para podermos crescer até chegar a estatura do varão perfeito.

Vamos conhecer então a profundidade da nossa fé.

Nível 1:

Fé rasa. Agua pelos tornozelos V.3, revela uma fé que se recusa a ir além da experiência da conversão.

A agua pelos tornozelos nos fala de uma profundidade ideal para uma criança tomar o seu banho tranquilo, sem correr nenhum risco.

Na prática a fé rasa nos fala do cristão que se contenta com o batismo e a salvação e se contentam em permanecer no ninho onde nasceram espiritualmente. Não nutrem nenhum desejo de se aprofundar no estudo da Bíblia, na oração e no ministério. A exemplo dos passarinhos vivem de boquinha aberta esperando a papinha. Com o passar do tempo tornam-se cristãos imaturos e dependentes da ajuda alheia até para resolver situações insignificantes.

Todos nós partimos desse nível e somos desafiados e encorajados a experimentar aguas mais profundas.

Nível 2:

Fé dependente de Deus. A água até os joelhos V.4, é uma fé que nos leva a andar na dependência de Deus.

Os Cristãos que estão nesse segundo nível são aqueles que levam a sério seu tempo a sós com Deus. Começam tudo com uma oração, frequentam as vigílias, tornam-se quebrantados, frequentam uma célula, buscam um discipulado profundo, esforçam-se para andar segundo os princípios da palavra de Deus, oram pelos enfermos e necessitados, sustentam a igreja com seus dízimos e ofertas.

Nível 3:

Fé colunas da casa de Deus. As águas até os lombos v. 4 fala de uma fé que  sustenta, aguenta o peso, pois a região lombar da sustentação para todo o corpo humano.

Os discípulos deste nível aprendem a carregar e suportar as responsabilidades do corpo de Cristo. Executam com alegria e fidelidade as tarefas que lhe são delegadas sem achar que é demais. Discipulam, frequentam Tadel, culto de celebração, fazem os cursos da emp. São obedientes, submissos, fiéis e leais a sua liderança.

Nível 4:

Fé frutífera. As águas para nadar v. 5 nos fala de uma fé frutífera. Os discípulos desse nível são os que, com a ajuda do Espirito Santo, procuram avançar em busca de mais profundidade no seu relacionamento com Deus. Anseiam por uma comunhão mais intima com Deus, pois sabe que Deus é aquele que revela o profundo e o escondido (Daniel 2:22).

Meditam nas escrituras buscando com sinceridade os frutos do Espírito. São moderados, pacíficos, humildes de espirito. Confiam e dependem inteiramente da graça de Cristo. Aprenderem o valor das coisas espirituais.

Nível 5:

Fé super frutífera. Aguas e muitas arvores v. 7,12 falam de uma super produção de resultados para o reino de Deus. Como arvores plantadas as margens do rio, produzem frutos abundantes. Já passaram da fase de abençoados para se tornarem abençoadores. Tem um ótimo testemunho de vida. São formadores de novos discípulos e tudo o que fazem prospera.

Nível 6:

Fé sobrenatural. A agua boa com muitos peixes V. 9,10 nos fala de discípulos que vivem um testemunho irrepreensível e por isso levam muitas vidas ao caminho da salvação. Entenderam a grande comissão de Jesus. Tais pessoas são canais por onde fluem as águas que saem do trono de Deus levando cura por onde passam. São amáveis, educados, dóceis, criam uma atmosfera saudável por onde passam, zelam pelo testemunho, fazem de tudo para não escandalizar os novos na fé, não são dominadores, mas lideram amorosamente influenciando com seu modo de vida simples, sem vaidade e orgulho mundano, não vivem atrás da ultima novidade, mas são perseverantes.

18fev/150

Famílias que prevalecem

FAMÍLIAS QUE PREVALECEM SÃO AQUELAS QUE DÃO PRIORIDADE AO PURE DE BATATAS.

Texto: Genesis 13:8-10

Abraão estava diante de uma situação delicada. Os pastores que apascentavam o seu rebanho estavam tendo problemas de relacionamento com os pastores de Ló, seu sobrinho. A atitude de Abraão foi sábia. Ele disse a Ló: “Ora, não haja contenda entre mim e ti, e entre os meus pastores e os teus pastores, porque somos irmãos” (v. 8).

Abraão se separou de Ló para preservar o relacionamento! Ele entendeu que os relacionamentos são mais importantes do que qualquer outra coisa.

Jesus disse que o mundo confiaria nele, na medida em que nós, seus discípulos, estivéssemos unidos.

Para que todos sejam um, Pai, como tu estás em mim e eu em ti. Que eles também estejam em nós, para que o mundo creia que tu me enviaste.

João 17:21. Assim sendo, a igreja só consegue cumprir a sua missão no mundo estando unida, trabalhando com um só propósito.

Mas precisamos lembrar que a unidade da igreja depende da unidade da família, pois é dentro de casa que aprendemos nos relacionar com as pessoas. Vejamos como a família abençoa a igreja:

2.1 - É na família que aprendemos a nos sujeitar a uma autoridade!

Quando aprendemos a nos sujeitar aos nossos pais, aprendemos a respeitar o pastor, os diáconos e demais líderes da igreja, enfim, sabemos exatamente qual é o nosso lugar no corpo de Cristo.

2.2 - Aprendemos a amar o irmão!

Aprendemos a perdoar e a pedir perdão! Aprendemos a arte de estender a mão aos que precisam de ajuda! Apredemos a ajudar, antes de criticar, como afirmou certo pai de família: "Lá em casa nós não almoçamos nem jantamos a vida de ninguém!"

2.3 - Aprendemos a cooperar! Aprendemos a não ficar de braços cruzados vendo as coisas acontecerem! aprendemos a arte da cooperação, a qual propicia a ampliação da atuação da igreja na comunidade.

FAMÍLIAS QUE PREVALECEM SÃO AQUELAS QUE BUSCAM A UNIDADE

A unidade da igreja acontece através de famílias que buscam a unidade, que vivem em harmonia, que vivem em paz, especialmente, pela presença de Jesus. A unidade da família depende de alguns fatores importantes.

3.1 - A unidade da família depende da nossa disposição em superar as diferenças.

Precisamos aceitar o fato de que somos diferentes! No relacionamento familiar pode haver diferença de opiniões, diferença de herança familiar, diferença de formação acadêmica, diferença de temperamento e muitas outras.

Por mais que pareçam ser semelhantes, as pessoas quando se casam descobrem que, na verdade, há muita diferença. Quando essas diferenças não são bem trabalhadas, não são bem tratadas, surgem os conflitos familiares.Torna-se difícil conviver em harmonia.

É preciso trabalhar as incompatibilidades!

É preciso encarar as diferenças como um fator de crescimento pessoal e conjugal pois é a partir das diferenças que a família desenvolve todo o seu potencial.

3.2 - A unidade da família depende da disposição de manter uma boa comunicação.

A comunicação é um dos principais fundamentos para a felicidade familiar. Vivemos na era da comunicação. Os meios de comunicação estão estrapolando os limites imagináveis e alcançando um número cada vez maior de pessoas, onde quer que estejam. Não obstante, os lares estão vivendo uma verdadeira crise de comunicação. Para muitos, a residência é apenas um dormitório.

É preciso haver diálogo. Tempo para conversa. Tempo para ouvir. As pessoas estão pagando especialistas para terem alguém que as ouça!

Jaime Kemp oferece algumas sugestões para uma boa comunicação:

(1) Pense duas vezes antes de falar. Não seja precipitado ao responder.

(2) Fale sempre a verdade, mas fale com amor.

(3) Evite envolver-se em rixas. É possível discordar sem causar brigas.

(4) Procure entender a opinião do seu cônjuge.

Para que haja uma boa comunicação é preciso: saber quando, como, onde e o que dizer.

3.3 - A unidade da família também depende do exercício do perdão

(Mateus 6:14-15)

No relacionamento conjugal, é preciso aceitar o fato de que, por melhor que seja, ninguém tem a razão em todas as questões. Estar disposto a reconhecer os próprios erros é um bom começo de saúde conjugal.

É preciso estar disposto a dar o primeiro passo na reconciliação!

É preciso evitar o acúmulo de problemas não-resolvidos (Mateus 6:34: "Basta a cada dia o seu próprio mal";

Efésios 4:26: "não se ponha o sol sobre a vossa ira", "não fique com raiva o dia todo" - BLH).

O número de casais que se separam depois dos 20 anos de casamento é muito grande, especialmente, porque deixam os problemas se acumularem; não tratam as causas dos problemas!

Há pessoas que guardam mágoas durante 20 anos ou mais! Isso mostra que, na medida do possível, os problemas devem ser resolvidos no mesmo dia em que ocorrem.

O perdão acontece mediante a operação de Deus. Humanamente falando, é impossível perdoar. Foi por isso que o escritor aos Hebreus afirmou: "ninguém se prive da graça de Deus!" (12:15). É a graça de Deus que nos concede forças para perdoar!

3.4 - A unidade da família depende ainda da compreensão dos papéis do marido e da mulher (Efésios 5:22-25).

Paulo afirma que a mulher tem a responsabilidade de ser submissa ao seu marido. Hoje está muito difícil falar sobre submissão. Quem manda na sua casa?

É preciso entender que os papéis do marido e da mulher estão interligados! A mulher recebeu a ordem de ser submissa ao seu marido. O marido recebeu uma ordem superior: amar a sua esposa. Por isso, a esposa que se sente amada pelo seu esposo tem prazer em ser submissa a ele.

Em Gênesis 2:18, a ajudadora idônea é aquela que está ao lado do marido, numa posição honrada! Ambos, marido e mulher, têm funções distintas no casamento. Para evitar conflitos, é preciso que ambos busquem identificar onde têm falhado no cumprimento de seus papéis para que haja equilíbrio no relacionamento conjugal.

Conclusão

Famílias que prevalecem são aquelas que buscam a Deus! São aquelas que lutam pela preservação da sua unidade e dos seus relacionamentos!

Não podemos nos esquecer de que na família o mais importante não é o que os outros podem fazer para a sua felicidade, mas o que você pode fazer para a felicidade dos outros.

Deus quer abençoar a sua igreja através da sua família! A minha oração é que a sua família seja sempre uma bênção para a sua igreja!

17jul/122

Lidando com a passividade

Lidando com a passividade

A passividade pode ser definida como: falta de sentimento ou desejo, preguiça mental, apatia que nos impede de reagir diante de determinadas situações.

Passividade é o oposto da atividade.

Grande parte dos problemas do mundo ocorre pelo fato das pessoas não buscarem uma solução efetiva para os problemas que enfrentam.

Muitas crianças simplesmente não sabem resolver  problemas, porque seus pais não as ensinam como resolve-los, até porque muitos deles não aprenderam a resolver problemas. Aprenderam sim a ficar passivos, ou seja, ver as coisas acontecerem ao seu redor e não fazer nada.

Na rua, ao ver alguém jogando lixo não fazem nada ao ver o lixo no chão. Na empresa ao se deparar com um novo desafio, não reagem. Fazem isso em casa, quando há algo errado.

Na passividade a mente tende a minimizar (diminuir) a capacidade da pessoa em resolver o problema, e a maximizar (aumentar) o tamanho do problema. Ou seja, a pessoa se sente incapacitada diante de uma enorme questão. E aí, espera que alguém possa salvá-la, já que ela se sente totalmente incapaz.

Neste processo há quatro comportamentos muito freqüentes. São os chamados comportamentos passivos, que foram descritos por, Jacqui Lee Schiff, analista transacional que desenvolveu um grande trabalho com esquizofrênicos.

São comportamentos passivos, pois são ações externas ou internas que as pessoas empregam que não geram uma solução efetiva para a resolução de um problema, pelo contrário, geram desgaste de energia e alimentam relações de dependência.

  1. 1. Não fazer nada, ficar inerte, vontade fraca.

A energia é usada para inibir a ação. É a passividade pura.

Esta inércia é caracterizada pela incapacidade de dominar uma situação. O momento exige uma tomada de posição, mas a pessoa protela para um amanhã que nunca chega.

A pessoa passiva tem muita dificuldade de tomar decisões por isso sua vida é uma confusão total.

A pessoa quer que alguém tome a decisão por ela até nas pequenas coisas como comprar o que comer, o que vestir, onde ir, etc...

A pessoa passiva nõ usa seu poder de decisão mas espera que Deus ou uma terceira pessoa tome a decisão.

Quando pedimos para as pessoas tomar decisões em nosso lugar, estamos fugindo das decisões e das responsabilidades por estas decisões.

A pessoa passiva é incrustante, ou seja, nunca acaba o que começa, não dá continuidade aos seus projetos.

A pessoa passiva é passiva porque tem uma mente passiva, ou seja, não consegue dominar os pensamentos, não se concentra na tarefa. Sua mente não é capaz de ordenar ao resto de seu ser para fazer a tarefa.

A pessoa passiva torna-se fisicamente inerte, esta sempre indisposta fisicamente, age mecanicamente aos estímulos externos, mas não e por causa da sua vontade, e esta atitude pode levá-la a depressão.

Deprimida a pessoa entrega-se a indolência e a indolência abre portas para a ação de opressão maligna, porque o alvo de satanás é que tenhamos uma mente passiva, para não filtrarmos nada do que ouvimos, pois assim tudo o que ele lançar nela dará frutos.

2.Super-Adaptação:

A pessoa imagina o que o outro deseja que ela faça e tenta fazer.

O foco da pessoa passiva está em agradar o outro e não em resolver a questão.

Agindo assim, ela não precisa assumir nenhuma responsabilidade pela sua conduta, pois fez o que achava que o outro queria que ela fizesse.

  1. 3. Agitação:

Há um desgaste de energia em uma ação repetitiva, mas sem nenhum resultado.

Por exemplo: fumar sem parar, ficar andando de um lado para o outro, pensamentos repetitivos.

Há uma grande inquietação interna e externa sem nenhum resultado produtivo.

Caracteristicas de uma mente passiva:

  1. Pensamentos de rejeição. A pessoa analisa tudo a partir da rejeição.
  2. Criar um mundo de fantasias.
  3. Insonia. A pessoa e tomada por preocupações, pensamentos de rejeição, medo e não consegue dormir.
  4. Falta de concentração por muito tempo num alvo.
  5. Perda da habilidade de comunicação. Perde a habilidade de comunicar suas ideias.
  6. Incapacidade de raciocinar.

A passividade leva a perda do controle de todas as áreas do ser da pessoa.

4. Incapacidade ou Violência:

Há uma descarga de energia, através de uma incapacitação manifestada por desmaio, vômitos ou fortes dores de cabeça, ou ainda, através de um ato violento, agredindo pessoas ou propriedades.

Conclusão:

Em todos estes comportamentos o pensar, o se responsabilizar pelo problema e pela sua solução não estão presentes.

Quando houver um problema, primeiro pare, reflita e assuma a sua responsabilidade sobre ele. Aí veja o que pode ser feito, e o que você pode fazer para contribuir para esta solução.

Todo o problema tem solução, talvez você ainda não tenha encontrado a solução para o seu, mas isto não significa que ela não exista.

Confie na sua capacidade de pensar, e peça ajuda se necessário.

Muitas vezes, um olhar externo pode analisar a questão por ângulos que quando se está tão inserido no problema, não é possível se ver. Por isto, a ajuda do outro, às vezes, é importante.

Ao assumir a responsabilidade pelos seus atos, e ao buscar soluções efetivas para os problemas que você enfrenta, você não está passivo. Ao contrário, você está conectado com todo o seu poder de mudança!

6mar/122

O poder da determinação!

Multiplicando meus frutos por mil!

Texto:Isaías 24:24 – Marcos 5:25

Jurou o Senhor dos exércitos dizendo: Como pensei assim sucederá, e como determinei assim se efetuará.

Determinação é uma certeza, uma força, uma energia, intima de direcionamento.

Determinação é a firmeza que uma pessoa tem em si mesma quando luta por algum ideal, mesmo correndo risco de errar.

É uma força que existe dentro de cada um, que precisa ser colocada para fora, para enfrentar os desafios da vida de uma maneira mais positiva e obter mais sucesso.

Ser determinado é ter metas claras e definidas e crer que ira alcançá-las.

A pessoa determinada tem um objetivo uma força inquebrantável para atingir seus objetivos.

A pessoa determinada parece ter uma energia que não acaba nunca.

Esperança não e determinação, pois e uma vontade fraca que apenas espera, mas não age para alcançar.

Quem não tem metas não pode ser determinado porque a força da determinação vem pelo fato de ter algo para conquistar.

Para ser determinado precisa ter metas claras capazes de ser explicadas com simplicidade.