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18fev/150

Famílias que prevalecem

FAMÍLIAS QUE PREVALECEM SÃO AQUELAS QUE DÃO PRIORIDADE AO PURE DE BATATAS.

Texto: Genesis 13:8-10

Abraão estava diante de uma situação delicada. Os pastores que apascentavam o seu rebanho estavam tendo problemas de relacionamento com os pastores de Ló, seu sobrinho. A atitude de Abraão foi sábia. Ele disse a Ló: “Ora, não haja contenda entre mim e ti, e entre os meus pastores e os teus pastores, porque somos irmãos” (v. 8).

Abraão se separou de Ló para preservar o relacionamento! Ele entendeu que os relacionamentos são mais importantes do que qualquer outra coisa.

Jesus disse que o mundo confiaria nele, na medida em que nós, seus discípulos, estivéssemos unidos.

Para que todos sejam um, Pai, como tu estás em mim e eu em ti. Que eles também estejam em nós, para que o mundo creia que tu me enviaste.

João 17:21. Assim sendo, a igreja só consegue cumprir a sua missão no mundo estando unida, trabalhando com um só propósito.

Mas precisamos lembrar que a unidade da igreja depende da unidade da família, pois é dentro de casa que aprendemos nos relacionar com as pessoas. Vejamos como a família abençoa a igreja:

2.1 - É na família que aprendemos a nos sujeitar a uma autoridade!

Quando aprendemos a nos sujeitar aos nossos pais, aprendemos a respeitar o pastor, os diáconos e demais líderes da igreja, enfim, sabemos exatamente qual é o nosso lugar no corpo de Cristo.

2.2 - Aprendemos a amar o irmão!

Aprendemos a perdoar e a pedir perdão! Aprendemos a arte de estender a mão aos que precisam de ajuda! Apredemos a ajudar, antes de criticar, como afirmou certo pai de família: "Lá em casa nós não almoçamos nem jantamos a vida de ninguém!"

2.3 - Aprendemos a cooperar! Aprendemos a não ficar de braços cruzados vendo as coisas acontecerem! aprendemos a arte da cooperação, a qual propicia a ampliação da atuação da igreja na comunidade.

FAMÍLIAS QUE PREVALECEM SÃO AQUELAS QUE BUSCAM A UNIDADE

A unidade da igreja acontece através de famílias que buscam a unidade, que vivem em harmonia, que vivem em paz, especialmente, pela presença de Jesus. A unidade da família depende de alguns fatores importantes.

3.1 - A unidade da família depende da nossa disposição em superar as diferenças.

Precisamos aceitar o fato de que somos diferentes! No relacionamento familiar pode haver diferença de opiniões, diferença de herança familiar, diferença de formação acadêmica, diferença de temperamento e muitas outras.

Por mais que pareçam ser semelhantes, as pessoas quando se casam descobrem que, na verdade, há muita diferença. Quando essas diferenças não são bem trabalhadas, não são bem tratadas, surgem os conflitos familiares.Torna-se difícil conviver em harmonia.

É preciso trabalhar as incompatibilidades!

É preciso encarar as diferenças como um fator de crescimento pessoal e conjugal pois é a partir das diferenças que a família desenvolve todo o seu potencial.

3.2 - A unidade da família depende da disposição de manter uma boa comunicação.

A comunicação é um dos principais fundamentos para a felicidade familiar. Vivemos na era da comunicação. Os meios de comunicação estão estrapolando os limites imagináveis e alcançando um número cada vez maior de pessoas, onde quer que estejam. Não obstante, os lares estão vivendo uma verdadeira crise de comunicação. Para muitos, a residência é apenas um dormitório.

É preciso haver diálogo. Tempo para conversa. Tempo para ouvir. As pessoas estão pagando especialistas para terem alguém que as ouça!

Jaime Kemp oferece algumas sugestões para uma boa comunicação:

(1) Pense duas vezes antes de falar. Não seja precipitado ao responder.

(2) Fale sempre a verdade, mas fale com amor.

(3) Evite envolver-se em rixas. É possível discordar sem causar brigas.

(4) Procure entender a opinião do seu cônjuge.

Para que haja uma boa comunicação é preciso: saber quando, como, onde e o que dizer.

3.3 - A unidade da família também depende do exercício do perdão

(Mateus 6:14-15)

No relacionamento conjugal, é preciso aceitar o fato de que, por melhor que seja, ninguém tem a razão em todas as questões. Estar disposto a reconhecer os próprios erros é um bom começo de saúde conjugal.

É preciso estar disposto a dar o primeiro passo na reconciliação!

É preciso evitar o acúmulo de problemas não-resolvidos (Mateus 6:34: "Basta a cada dia o seu próprio mal";

Efésios 4:26: "não se ponha o sol sobre a vossa ira", "não fique com raiva o dia todo" - BLH).

O número de casais que se separam depois dos 20 anos de casamento é muito grande, especialmente, porque deixam os problemas se acumularem; não tratam as causas dos problemas!

Há pessoas que guardam mágoas durante 20 anos ou mais! Isso mostra que, na medida do possível, os problemas devem ser resolvidos no mesmo dia em que ocorrem.

O perdão acontece mediante a operação de Deus. Humanamente falando, é impossível perdoar. Foi por isso que o escritor aos Hebreus afirmou: "ninguém se prive da graça de Deus!" (12:15). É a graça de Deus que nos concede forças para perdoar!

3.4 - A unidade da família depende ainda da compreensão dos papéis do marido e da mulher (Efésios 5:22-25).

Paulo afirma que a mulher tem a responsabilidade de ser submissa ao seu marido. Hoje está muito difícil falar sobre submissão. Quem manda na sua casa?

É preciso entender que os papéis do marido e da mulher estão interligados! A mulher recebeu a ordem de ser submissa ao seu marido. O marido recebeu uma ordem superior: amar a sua esposa. Por isso, a esposa que se sente amada pelo seu esposo tem prazer em ser submissa a ele.

Em Gênesis 2:18, a ajudadora idônea é aquela que está ao lado do marido, numa posição honrada! Ambos, marido e mulher, têm funções distintas no casamento. Para evitar conflitos, é preciso que ambos busquem identificar onde têm falhado no cumprimento de seus papéis para que haja equilíbrio no relacionamento conjugal.

Conclusão

Famílias que prevalecem são aquelas que buscam a Deus! São aquelas que lutam pela preservação da sua unidade e dos seus relacionamentos!

Não podemos nos esquecer de que na família o mais importante não é o que os outros podem fazer para a sua felicidade, mas o que você pode fazer para a felicidade dos outros.

Deus quer abençoar a sua igreja através da sua família! A minha oração é que a sua família seja sempre uma bênção para a sua igreja!

17jul/122

Lidando com a passividade

Lidando com a passividade

A passividade pode ser definida como: falta de sentimento ou desejo, preguiça mental, apatia que nos impede de reagir diante de determinadas situações.

Passividade é o oposto da atividade.

Grande parte dos problemas do mundo ocorre pelo fato das pessoas não buscarem uma solução efetiva para os problemas que enfrentam.

Muitas crianças simplesmente não sabem resolver  problemas, porque seus pais não as ensinam como resolve-los, até porque muitos deles não aprenderam a resolver problemas. Aprenderam sim a ficar passivos, ou seja, ver as coisas acontecerem ao seu redor e não fazer nada.

Na rua, ao ver alguém jogando lixo não fazem nada ao ver o lixo no chão. Na empresa ao se deparar com um novo desafio, não reagem. Fazem isso em casa, quando há algo errado.

Na passividade a mente tende a minimizar (diminuir) a capacidade da pessoa em resolver o problema, e a maximizar (aumentar) o tamanho do problema. Ou seja, a pessoa se sente incapacitada diante de uma enorme questão. E aí, espera que alguém possa salvá-la, já que ela se sente totalmente incapaz.

Neste processo há quatro comportamentos muito freqüentes. São os chamados comportamentos passivos, que foram descritos por, Jacqui Lee Schiff, analista transacional que desenvolveu um grande trabalho com esquizofrênicos.

São comportamentos passivos, pois são ações externas ou internas que as pessoas empregam que não geram uma solução efetiva para a resolução de um problema, pelo contrário, geram desgaste de energia e alimentam relações de dependência.

  1. 1. Não fazer nada, ficar inerte, vontade fraca.

A energia é usada para inibir a ação. É a passividade pura.

Esta inércia é caracterizada pela incapacidade de dominar uma situação. O momento exige uma tomada de posição, mas a pessoa protela para um amanhã que nunca chega.

A pessoa passiva tem muita dificuldade de tomar decisões por isso sua vida é uma confusão total.

A pessoa quer que alguém tome a decisão por ela até nas pequenas coisas como comprar o que comer, o que vestir, onde ir, etc...

A pessoa passiva nõ usa seu poder de decisão mas espera que Deus ou uma terceira pessoa tome a decisão.

Quando pedimos para as pessoas tomar decisões em nosso lugar, estamos fugindo das decisões e das responsabilidades por estas decisões.

A pessoa passiva é incrustante, ou seja, nunca acaba o que começa, não dá continuidade aos seus projetos.

A pessoa passiva é passiva porque tem uma mente passiva, ou seja, não consegue dominar os pensamentos, não se concentra na tarefa. Sua mente não é capaz de ordenar ao resto de seu ser para fazer a tarefa.

A pessoa passiva torna-se fisicamente inerte, esta sempre indisposta fisicamente, age mecanicamente aos estímulos externos, mas não e por causa da sua vontade, e esta atitude pode levá-la a depressão.

Deprimida a pessoa entrega-se a indolência e a indolência abre portas para a ação de opressão maligna, porque o alvo de satanás é que tenhamos uma mente passiva, para não filtrarmos nada do que ouvimos, pois assim tudo o que ele lançar nela dará frutos.

2.Super-Adaptação:

A pessoa imagina o que o outro deseja que ela faça e tenta fazer.

O foco da pessoa passiva está em agradar o outro e não em resolver a questão.

Agindo assim, ela não precisa assumir nenhuma responsabilidade pela sua conduta, pois fez o que achava que o outro queria que ela fizesse.

  1. 3. Agitação:

Há um desgaste de energia em uma ação repetitiva, mas sem nenhum resultado.

Por exemplo: fumar sem parar, ficar andando de um lado para o outro, pensamentos repetitivos.

Há uma grande inquietação interna e externa sem nenhum resultado produtivo.

Caracteristicas de uma mente passiva:

  1. Pensamentos de rejeição. A pessoa analisa tudo a partir da rejeição.
  2. Criar um mundo de fantasias.
  3. Insonia. A pessoa e tomada por preocupações, pensamentos de rejeição, medo e não consegue dormir.
  4. Falta de concentração por muito tempo num alvo.
  5. Perda da habilidade de comunicação. Perde a habilidade de comunicar suas ideias.
  6. Incapacidade de raciocinar.

A passividade leva a perda do controle de todas as áreas do ser da pessoa.

4. Incapacidade ou Violência:

Há uma descarga de energia, através de uma incapacitação manifestada por desmaio, vômitos ou fortes dores de cabeça, ou ainda, através de um ato violento, agredindo pessoas ou propriedades.

Conclusão:

Em todos estes comportamentos o pensar, o se responsabilizar pelo problema e pela sua solução não estão presentes.

Quando houver um problema, primeiro pare, reflita e assuma a sua responsabilidade sobre ele. Aí veja o que pode ser feito, e o que você pode fazer para contribuir para esta solução.

Todo o problema tem solução, talvez você ainda não tenha encontrado a solução para o seu, mas isto não significa que ela não exista.

Confie na sua capacidade de pensar, e peça ajuda se necessário.

Muitas vezes, um olhar externo pode analisar a questão por ângulos que quando se está tão inserido no problema, não é possível se ver. Por isto, a ajuda do outro, às vezes, é importante.

Ao assumir a responsabilidade pelos seus atos, e ao buscar soluções efetivas para os problemas que você enfrenta, você não está passivo. Ao contrário, você está conectado com todo o seu poder de mudança!

6mar/122

O poder da determinação!

Multiplicando meus frutos por mil!

Texto:Isaías 24:24 – Marcos 5:25

Jurou o Senhor dos exércitos dizendo: Como pensei assim sucederá, e como determinei assim se efetuará.

Determinação é uma certeza, uma força, uma energia, intima de direcionamento.

Determinação é a firmeza que uma pessoa tem em si mesma quando luta por algum ideal, mesmo correndo risco de errar.

É uma força que existe dentro de cada um, que precisa ser colocada para fora, para enfrentar os desafios da vida de uma maneira mais positiva e obter mais sucesso.

Ser determinado é ter metas claras e definidas e crer que ira alcançá-las.

A pessoa determinada tem um objetivo uma força inquebrantável para atingir seus objetivos.

A pessoa determinada parece ter uma energia que não acaba nunca.

Esperança não e determinação, pois e uma vontade fraca que apenas espera, mas não age para alcançar.

Quem não tem metas não pode ser determinado porque a força da determinação vem pelo fato de ter algo para conquistar.

Para ser determinado precisa ter metas claras capazes de ser explicadas com simplicidade.

6mar/123

Naamã: sucesso de público e fracasso pessoal!

II Reis 5.1-19

“Ora, Naamã, chefe do exército do rei da Síria, era um grande homem diante do seu senhor, e de muito respeito, porque por ele o Senhor dera livramento aos sírios; era homem valente, porém leproso”.

Naamã era um homem bem sucedido (era o chefe do exército do rei da Síria).

Naamã era um homem que tinha seu talento reconhecido pelo próprio rei.

Naamã era amado por seus soldados.

Naamã gozava de muito conceito e respeito por todos do seu país.

Naamã era um homem abençoado por Deus (por meio dele, Deus dera livramento aos sírios).

Naamã tinha uma esposa que o amava e se preocupava com ele.

Naamã era valente.

Naamã era feliz? Não! Naamã era um homem quase feliz.

Ele até que poderia ser muito feliz, mas havia um “porém”: Naamã era leproso.

6mar/123

O Segredo do maior administrador do mundo

Texto: Genesis 40:17-24

Introdução:

José significa Deus acrescenta!

Faraó agradou-se de Jose e achou seu conselho agradável.

Faraó se agradou da sabedoria de José a respeito de administração, pois se tivesse gostado apenas da sua capacidade de desvendar sonhos, teria empregado-o como um de seus adivinhadores.

Faraó reconheceu que havia em José o Espírito de Deus, ou o espírito de um deus, enfim algo sobrenatural que o fazia tão sábio na arte de administração.

Será que as pessoas reconhecem o Espírito de Deus naquilo que fazemos de melhor?